quinta-feira, 28 de agosto de 2008

quando nada é dito, nada fica combinado.

sempre fui sincera demais. aquela aloka que vai lá e joga as coisas na cara da pessoa quando poucas pessoas têm coragem de fazer, mas que se tivessem coragem, fariam, com certeza, porque falam pelos cantos. alguns nem falam. sabem, mas preferem ficar quietos. por isso, várias vezes já fui taxada de grossa, estúpida e coisas do tipo. é óbvio que às vezes há o exagero, mas a maioria das vezes que faço esse tipo de coisa, não é para humilhar a pessoa, me sentir superior, pisar ou pelo simples prazer de ver a pessoa magoada/chateada/raivosa. não é. até porque, quando faço isso, é com pessoas pelas quais eu tenho consideração, que eu me importo, e é óbvio que não há prazer em ver pessoas que eu gosto se sentindo mal, chateadas e tudo mais. mas, gente, sinceridade é tão essencial, ainda mais entre pessoas que se consideram. é a grande base da confiança. e, cara, confiança e sinceridade são as bases das principais relações humanas. a gente pode até ficar com raiva, puto da vida e pensar momentaneamente "quem esse(a) féla da puta pensa que é para jogar essas coisas na minha cara?", mas quando é uma pessoa que você considera, que te conhece, convive com você, sabe do seu jeito e tudo mais, é claro que a gente vai pensar e ponderar, porque a pessoa não está falando à toa, fala porque quer o seu bem, sempre. a não ser naquelas brigas de irmãos que cê esculacha geral sem dó nem piedade mermo, até porque seu irmão faz a mesma coisa com você. haha. terrível, gente, mas é óbvio que há um show de apelações das partes. haha. o terror!
mas é. cê não vai dar moral pra quem cê não tá nem aí, quem você sabe que não te conhece, não tem nada a ver com a vida, é féla da puta mermo e você quer mais é que se foda. mas a gente liga para a opinião das pessoas que a gente gosta. então, aprecio sinceridade. pura. se você é meu amigo, sabe que eu tenho consideração por você e se você também tiver essa consideração por mim, seja sincero comigo. gosto de jogo limpo. até porque eu sou dona de sair esculachando, tenho os meus ataques de sinceridade, mas eu também faço merda demais, muitas vezes sem perceber, então tenho que ouvir as coisas também. sinceridade, brother. quantas relações bonitas(de todos os tipos) já foram pro lixo por causa de falta de sinceridade? pra que perder a amizade, a consideração de uma pessoa, às vezes até destruir definitivamente a relação à toa, por tão pouco, quase nada? só porque falta um bocado de coragem de chegar e falar "ó, é isso, isso e isso, fiquei chateado com isso, isso e isso, não gostei disso e espero isso, isso e isso." é muuuito melhor falar e tentar resolver do que ficar guardando, ou simplesmente mudar o jeito, tratar a pessoa de maneira diferente, sem satisfações, a pessoa ficar no vácuo, sem entender, do tipo "oi? eu fiz merda e não tô sabendo?" e a possibilidade disso acabar tomando um caminho ruim e triste se concretizar. não tem nem comparação, sinceridade para a vida, por gentileza! fechou? ficadica então. martha medeiros é a dona da frase do título do post. boa, marthinha! o/

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terça-feira, 26 de agosto de 2008

Palmeiras, 94 anos de glórias.

"Não é um texto novo. Não está à altura do homenageado. Mas como estar à altura do aniversariante?
Como definir o que é o amor? Não vou usar aquelas imagens que não sei descrever de um pôr-do-sol ao lado da pessoa amada, de uma lua cheia com a namorada, de uma tarde no parque com os filhos. Mas posso lembrar de um fim de tarde no Palestra, quando ganhamos do Taquaritinga por 5 a 1, em 1983, e mal vi o último gol porque o Sol não deixava ninguém ver na arquibancada. Posso falar da lua de 12 de junho de 1993, Dia dos Namorados. Posso recordar da primeira tarde no Palestra Itália com os meus filhos. Posso falar qualquer coisa, que qualquer coisa fala de Palmeiras para mim. Mas não posso escrever qualquer coisa para o Palmeiras, que qualquer coisa não é o Palmeiras.
Palmeiras é o meu primeiro amor. A família a gente nasce amando, a mulher e os filhos a gente cresce amando, os amigos a gente escolhe. Mas o Palmeiras nos escolhe e nos acolhe. O Palmeiras é companheiro, nos faz cúmplices, nos junta e nos une. Você não me conhece. Eu não te conheço. Mas nós conhecemos o Palmeiras. Nós somos palmeirenses. Estamos apresentados, representados.
Não precisamos lembrar que somos "campeões do século 20" (pelos rankings da Federação Paulista, jornais "O Estado de S.Paulo" e "Folha de S.Paulo", e pela revista "Placar") - ops, fomos cabotinos, perdão. Não precisamos cantar vitória e contar canecos. Precisamos apenas encher o peito e vestir verde. Não somos mais. Não somos menos. Somos Palmeiras. Basta.
Viu? Falei e escrevi e ainda não disse nada. Falar de tudo que é o Palmeiras é ainda dizer nada a respeito de tudo. Poderia escrever Ademir da Guia e bastaria. Ministrinho, Heitor, Junqueira, Romeu Pellicciari, Waldemar Fiume, Oberdan, Villadoniga, Jair Rosa Pinto, Mazola, Julinho Botelho, Djalma Santos, Valdir de Moraes, Geraldo Scotto, Dudu, César, Leão, Luís Pereira, Leivinha, Jorginho Putinatti, Vagner Bacharel, César Sampaio, Evair, Zinho, Edmundo, Rivaldo, Marcos, Roberto Carlos, Antonio Carlos, Alex, Vagner Love, Valdivia. Tantos nomes que esqueci, tantos nomes que não citei.
E, mais que todos, mais que tudo, você. Eu. Nós. Porque o Palmeiras é dos palmeirenses. Dos torcedores, mais que dos sócios, dos cartolas, dos chefões. Da oposição que não se opõe à situação, mas ao Palmeiras. Também por se opor à nova Arena em questões que o mesmo grupo havia apoiado quando (des)mandava no clube. Mas não é tempo para esse tópico fundamental para o futuro do tamanho do presente que é o Palmeiras para os palestrinos. Vou parar por aqui, sem dizer coisa com coisa. Mas não fico triste, não. Nem um Ademir da Guia das palavras conseguiria dizer ao Palmeiras o que o Palmeiras nos diz."

Por MAURO BETING, jornalista-palestrino.

Parabéns, Palestra! Eu te amo pra sempre! x)
E isso nunca vai mudar.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

vai pela vida, só escutando o coração.

http://www.orkut.com.br/Community.aspx?cmm=11974872
ô, gente. né foda? resumo do dia de hoje. hê.

mas, para salvar, uma música linda com o meu nome que me mostraram. amey horrores! :~
sempre procurei uma música decente com o meu nome, mas nunca tinha achado. taí. valeu, jorge drexler! o/


"Busca meus olhos
toma minha mão, se aproxime
Este é teu lugar
esta é tua xícara de café
Não diga nada,
Você diz com o olhar mais do que acredita dizer
Ao vento, você leva a alma na cabeça.
vai pela vida, só escutando o coração
busca um porto
busca um céu aberto
distante da dor...
Oh, oh, oh Raquel
Tanto caminho
Tanto você buscou em outra pele
A teu destino queria se manter fiel
princesa ferida,
o teatro da vida muda de papel...
Oh, oh, oh Raquel"

Jorge Drexler ~ Raquel (tradução)

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

amenidades.

tem coisa mais insuportável do que acordar com o telefone berrando? ainda mais duas vezes na mesma manhã, a segunda depois de mais um tempinho dormindo e pensando que finalmente eu ia ter paz. pois é, e tipos, deixei tocando, néam, umas duas "rodadas", mas aquela insistência é de quem sabe que eu tô aqui e tem alguma coisa de importante para falar ou avisar, ou seja, alguém aqui de casa. vou fazer o quê? atender essa bagaça bufando para parar de berrar no meu ouvido, né. tô garrando um ódio desse telefone. argh. enfim, não tem como não acordar de mau humor e irritada. vamos ver se eu melhoro com um soninho à tarde. x)
pois é, como previsto, semana do calouro sem aula. mas fui lá, né, no primeiro dia, dia que a maioria vai, rever a galhéra, ver os nomes dos professores que eu vou ter e analisar o ambiente, as novidades. nada de muito relevante. agora pintaram o nome do bloco de uma forma grande e visível, aí pelo menos agora vão enxergar e saber onde fica o IL, porque a quantidade de estudantes lá da ufmt que não sabe onde fica não é pequena, não, brother. mas tá até gatchenho. e agora tem o rasta man na cantina. haha. excelente, gente, aquela cantina é fonte de muitas risadas. mas então, pelo menos terei mais alguns dias para dormir, ainda mais que vou dormir tarde vendo olímpiadas. mas amanhã, por exemplo, vou ter que acordar cedo para acompanhar o jogo de vôlei feminino, que é o que eu mais acompanho. tá, adooooro olímpiadas. mas o brasil tá bem zicado esse ano, hein, vamos respeitar. tá feio o negócio, vôte. vamos ver se melhora um pouco nessa reta final agora, néam. hê. o_0
cara, e aquelas frescuras do orkut que cada dia me irritam mais. cada dia é uma frescura nova. a página só demora mais pra carregar e fica horrível, sobrecarregada, pesada e cheia de coisas, sabe, prefiro profile clean. e aquele buddypoke? putz, acho poooooodre. mas alguns pontos das mudanças do orkut são legais, como o aumento gigantesco da quantidade de vídeos e fotos que você pode colocar, a possibilidade de você nomear seus álbuns e criar vários. mas só, né. dá trabalho, não, orkut. chega de frescurada. ,P
g-zuiz, falei um bocado.
besos
,*

domingo, 17 de agosto de 2008

de volta à realidade.

oi? aí que amanhã as aulas voltam, néam? tipos que cadê o ânimo? cadê? mas tá, acho que ele vai chegar. ou não, né. mas a expectativa é boa, é agora ou nunca. haha. porque, né? se não for agora, fode tudo.
bora então, néam? que esse segundo semestre seja animador e cheio de coisas boas. simbora, brasil! x)
,*

sábado, 16 de agosto de 2008

=)

"Quando mais nada houver,
eu me erguerei cantando,
saudando a vida com meu corpo de cavalo jovem.
E numa louca corrida

entregarei meu ser ao ser do Tempo
e a minha voz à doce voz do vento.
Despojado do que já não há

solto no vazio do que ainda não veio,
minha boca cantará
cantos de alívio pelo que se foi,
cantos de espera pelo que há de vir."

Caio Fernando Abreu, como sempre.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

doce ilusão.

sabe, não dá para entender certas coisas. não dá mesmo. qual que é? caguei. foda-se. dá sono. preguiça, sabe? uma hora cansa. e ainda bem que cansa, porque, né? bocejos e mais bocejos. passa na praça e deixa um bilhete mermo, porque cada hora é uma tontice que eu tenho que agüentar. palha assada. haha. eu dou é risada vendo certas coisas, porque eu sei como são na realidade e acho graça(sinto pena ao mesmo tempo) na atitude de querer passar de outra maneira, transparecer outra coisa que não condiz com a realidade, com o que realmente é, aquela necessidade de auto-afirmação patética, sabe. pelessa, kapião. quer enganar quem? pra cima de moi? tsc. isso se existir algum trouxa que cai nessa, porque é tão visível e escancarado. mas pior que tem. opa, se tem, parabéns. um ou outro trouxa/desatento cê consegue enganar, mas a si mesmo e às pessoas com percepção não. doce ilusão. então fica assim. ficadica.
*bocejo*
vou lá tomar um banho que eu ganho mais.
,*

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

queda prohibido.

"Queda prohibido llorar sin aprender,
levantarme un día sin saber qué hacer,
tener miedo a mis recuerdos,
sentirme sólo alguna vez.
Queda prohibido no sonreír a los problemas,
no luchar por lo que quiero,
abandonarlo todo por tener miedo,
no convertir en realidad mis sueños.
Queda prohibido no demostrarte mi amor,
hacer que pagues mis dudas y mi mal humor,
inventarme cosas que nunca ocurrieron,
recordarte sólo cuando no te tengo.
Queda prohibido dejar a mis amigos,
no intentar comprender lo que vivimos,
llamarles sólo cuando los necesito,
no ver que también nosotros somos distintos.
Queda prohibido no ser yo ante la gente,
fingir ante las personas que no me importan,
hacerme el gracioso con tal de que me recuerden,
olvidar a todos aquellos que me quieren.
Queda prohibido no hacer las cosas por mí mismo,
no creer en mi dios y hallar mi destino,
tener miedo a la vida y a sus castigos,
no vivir cada día como si fuera un último suspiro.
Queda prohibido echarte de menos sin alegrarme,
odiar los momentos que me hicieron quererte,
todo porque nuestros caminos han dejado de abrazarse,
olvidar nuestro pasado y pagarlo con nuestro presente.
Queda prohibido no intentar comprender a las personas,
pensar que sus vidas valen más que la mía,
no saber que cada uno tiene su camino y su dicha,
sentir que con su falta el mundo se termina.
Queda prohibido no crear mi historia,
dejar de dar las gracias a mi familia por mi vida,
no tener un momento para la gente que me necesita,
no comprender que lo que la vida nos da, también nos lo quita."

Alfredo Cuervo Barrero