quarta-feira, 29 de outubro de 2008

marcos, aspirinas e urubus.


Marcos, aspirinas e urubus
por MARÍLIA RUIZ

Marcos não gosta de perder. Marcos fala o que pensa. Não tergiversa. Não, não. Ele fala dos seus. Reclama dos seus. Incomoda??? Sim, alguns dos “seus”. Ele não fala dos outros. Aliás, ele não fala mal. Dos outros, gosta de falar bem: elogia, enobrece. Exagera muitas vezes, inclusive.
Motivos pelos quais todos (quase), de todas as cores (mesmo os alvinegros), gostam do pentacampeão. O carisma e a simplicidade dele – com modéstia nada falsa, registre-se – transformaram o personagem 100% palmeirense em queridinho das arquibancadas e dos microfones —principalmente quando a causa verde começa a desandar.
Hora em que Marcos não foge. Nunca. Hora também em que “urubus e cavaleiros do apocalipse” facilmente se aproximam e se aproveitam. Quem vê nas declarações incomodadas de Marcos o problema do Palmeiras brinca com a realidade.
Na lógica ação-reação, Marcos reage. Só os “inocentes” podem acreditar que isso causa um turbilhão de chavões: clima ruim, clima pior, desunião, perda do título, falatório, perda da vaga na Libertadores, perda, perda, perda, crise nas Bolsas de Valores, tsunami na Tailândia... Para essas pessoas, Marcos tem razão: terapia e aspirina fariam um bem danado.
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Um cala boca aos urubus asquerosos presentes na "imprensinha". Cala a boca deles, Marcão. Cala a boca deles, Palmeiras. Cala a boca deles, torcida palestrina! Aqui é Palestra! VAI, PALMEIRAS! \o/

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