quinta-feira, 31 de julho de 2008

doves é vida plena.

tô aqui apagando um monte de scraps do meu orkut e me mijando de rir com scraps antigos e nem tão antigos assim. melhor coisa, gente! melhor coisa do universo. hahahaha. bom demais. tô me divertindo horrores. e sentindo muita saudade também, é claro. um monte de scraps da época de colégio, gente, muito bons. haha. mas é, eu não sou tão nostálgica à toa. excelente!
sabe, sempre que eu gosto de alguma coisa, tipo do nada, eu fico obcecada, mas muitas vezes, depois de um certo tempo, perde um pouco da graça, eu "esqueço" por um tempo, mas depois volto a gostar de novo, com todas as fibras, ou esqueço quase que completamente, enfim. com música que sou assim. só sei que voltei a ouvir doves. e não sei o porquê de ter "esquecido" por algum tempo, porque é lindo. simplesmente. músicas longas e lindas que você viaja enquanto ouve. acho que a fase que eu tava obcecada era quando eu tava no terceiro ano. satellites é minha preferida deles. mas there goes the fear, caught by the river e words são muuuito boas também, entre outras, né. ,~
dooooooooooooooooooovesssssssssssssssssssssss! \o/

segunda-feira, 28 de julho de 2008

era melhor antes e dá saudade.

sabe, eu acho que sou a pessoa mais nostálgica do brasil. haha. sério. tem uma comunidade no orkut que eu fiz parte durante muito tempo, "nostalgia", e uma parte da descrição diz "não era melhor antes, mas dá saudade." para mim, era melhor antes sim. hoje faço parte de outra comunidade que tem o mesmo nome e acho que a descrição tem mais a ver comigo. mas por que era melhor antes? porque uma das principais sensações que eu tenho é que "meu auge já passou". tipo a melhor época da vida, sabe? sei que é um bocado escroto falar isso agora, porque tenho só 19 anos e pareço uma idosa de 80 anos falando, mas por enquanto, agora, digo que a melhor época da minha vida foi mais ou menos da terceira a sexta série. aliás, desde o jardim I até a oitava série. haha. sim, minha infância foi ótima. mas a partir da sétima não eram todos os aspectos que eram bons mesmo. então, eu era uma pessoa mais extrovertida, menos tímida, mais líder, sabe. era mais estudiosa e disciplinada também. e era atleta, mesatenista. o treino era quase que minha segunda casa. nas férias então, ir pra lá às 15:00 e só ir embora às 21:00, conversando, jogando, rindo, comendo baguncinha, treinando. e nos campeonatos ter a impressão e/ou comprovação de que eu pelo menos sabia fazer alguma coisa, sendo recompensada com troféus/medalhas. a mesma coisa com o kumon, quando eu recebia todo ano medalha ou troféu de aluna adiantada e depois de um tempo troféus de aluna brilhante, dois anos ou mais adiantada em relação à série escolar. hoje são só lembranças. pessoas foram tomando rumos diferentes em suas vidas, masaaki foi morar no japão, parei de jogar, perdi definitivamente o masaaki, acabei o kumon. acabou. é claro que isso não é tudo, tem muitas coisas, muitas, que me fazem ter a vontade gigantesca de voltar no tempo. época sem muitas preocupações. mas pra mim foi meio diferente, eu fazia mais coisas quando eu era menor, era aloka atarefada. escola, kumon, inglês, tênis de mesa, enfim. mas é a questão de que realmente existia aquela pureza, o não entendimento dos mais variados assuntos/atitudes que você presenciava e hoje também presencia (hoje em dia tá pior, é claro), mas que era melhor porque você não entendia e, por isso, simplesmente não esquentava sua cabeça. sei lá se é isso mesmo, mas muitas coisas me fazem pensar isso. quando a gente é criança e pré-adolescente, a gente não vê a hora de ter 18 anos, ser adulto, ter uma liberdade maior e tal. que grande bobagem! sério, sempre que eu presenciar alguma criança ou adolescente falando isso, eu vou falar "meu guri, cê não sabe o que tá dizendo. aproveita enquanto pode. de verdade. quando você for maior, vai morrer de vontade de ter essa idade de novo." vai. vai mesmo.
bom, tomara que essa impressão/sensação passe logo e que venham outros auges e ápices. podiam chegar com uma freqüência maior, né? haha. mas é, porque aloka benloca com 19 anos pensando desse jeito, vôte, né? haha. foda.

http://www.orkut.com.br/Community.aspx?cmm=49025
http://www.orkut.com.br/Community.aspx?cmm=5507774
http://www.orkut.com.br/Community.aspx?cmm=52023

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sábado, 26 de julho de 2008

verdade interior.

"Frágil – você tem tanta vontade de chorar, tanta vontade de ir embora. Para que o protejam, para que sintam falta. Tanta vontade de viajar para bem longe, romper todos os laços, sem deixar endereço. Um dia mandará um cartão-postal de algum lugar improvável. Bali, Madagascar, Sumatra. Escreverá: penso em você. Deve ser bonito, mesmo melancólico, alguém que se foi pensar em você num lugar improvável como esse. Você se comove com o que não acontece, você sente frio e medo. Parado atrás da vidraça, olhando a chuva que, aos poucos, começa a passar."
mestre caião, como sempre.

precisava viajar. mesmo.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

why so serious?

férias muito agradáveis, isso é ótimo. o negócio é agradecer todos os dias os amigos que eu tenho. oi? sortuda? =)
se você ainda não viu batman, coooooooooorre, porque cê não pode perder. o coringa, é claro. o trabalho de heath ledger tem que ser muito mais do que reconhecido, mais do que já era e é, ele sempre foi excelente, mas dessa vez conseguiu se superar ainda mais. parabéns é pouco, muito pouco. triste demais é saber e aceitar que um cara talentoso desse tanto não tá mais entre a gente.
então, filhão, vai lá prestigiar o último trabalho do cara, simplesmente porque ele arrebenta, destrói, arregaça. quero e vou ver de novo! rááááááápido, ricardo!

"why so serious? let´s put a smile on that face!"

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quarta-feira, 16 de julho de 2008

oi? liberdade?

TUDO que eu preciso agora é dormir a tarde tooooooooooooooda.
féééériiiiaaaaas, finalmente. eba! x)

bom, aqui eu posso expressar a minha revolta da maneira que eu bem entender.
com licença e perdão, mas: EI, MIGUXA, VAI TOMAR NO CU!
grata e perdão, mais uma vez, mas existia a necessidade.

bom resto de semana para a galhéra.
hein, the perishers é vida plena. o rê, como sempre, dando aqueeelas dicas para a galhéra bonita. o/
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segunda-feira, 14 de julho de 2008

não sei, até hoje não sei.

"Não sei, até hoje não sei se o príncipe era um deles.
Eu não podia saber, ele não falava.
E, depois, ele não veio mais.
Eu dava um cavalo branco para ele,
uma espada, dava um castelo e bruxas para ele matar,
dava todas essas coisas e mais as que ele pedisse,
fazia com a areia, com o sal, com as folhas dos coqueiros,
com as cascas dos cocos, até com a minha carne eu construía
um cavalo branco para aquele príncipe.
Mas ele não queria, acho que ele não queria,
e eu não tive tempo de dizer que quando a gente precisa que alguém fique,
a gente constrói qualquer coisa, até um castelo".
Caio Fernando Abreu

pf da miguxa era tudo que eu NÃO precisava, além do mais da maneira injusta que foi. mas agora já passou, acho que da melhor maneira que poderia ser. mesmo assim, o tanto de raiva que a gente tem que passar. totalmente dispensável! ainda não acabou, mas tá. dormir, dormir, dormir. agooora! existe a necessidade.
ow, imagem e ação é tudo e eu não sou nada. quero mais. haha. ainda bem é que de vez em quando, senão eu vicio, sempre tenho esse negócio de ficar obcecada e tal. melhor não. ,D
oi? sono?

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sexta-feira, 11 de julho de 2008

quase lá.

"Mesmo com o nada feito, com a sala escura
Com um nó no peito, com a cara dura
Não tem mais jeito, a gente não tem cura
Mesmo com o todavia, com todo dia
Com todo ia, todo não ia
A gente vai levando, a gente vai levando, a gente vai levando
A gente vai levando essa guia... "

oe, semana finalmente acabando. até que passou rápido, ainda bem, mas a "pedreira" mesmo já passou, mais uma ou outra coisinha semana que vem e freedom. já era hora.

People weren't made to change, so don't expect them to.

é, né. difícil. aproveitar o restinho da semana então.
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quarta-feira, 9 de julho de 2008

a vida a dois.

O GRANDE problema da vida é que, mesmo quando duas pessoas são muito próximas, uma delas quer, com freqüência, exatamente o oposto do que quer a outra -e isso nos mais variados campos. A mãe quer que o filho vá para a cama às dez horas -razão suficiente para que ele queira ir às três da manhã. E como resolver esse problema, a não ser usando da autoridade no que ela tem de mais antipático e antidemocrático? Ponderar, explicar que a aula no dia seguinte começa cedo, tentar entrar num acordo, é apenas uma ilusão; cada um quer fazer o que quer e bem entende, e ceder, em nome do bom senso e da civilidade, deixa uma das partes -a que cede- de péssimo humor. Com toda a razão, aliás. Existe coisa mais insuportável do que ir ver o filme que o namorado quer quando a vontade é ver um outro? Jantar no restaurante que o amigo escolheu, fazer a viagem que o marido achou mais interessante, na época que ele decidiu ser a melhor? Mas para não ficar só é preciso ceder, e geralmente quem cede é sempre o mesmo -uma grande injustiça, aliás. A marca e a cor do carro, o bairro onde vão morar, o tipo de comida que a empregada faz, as frutas que são compradas na feira, tudo costuma ser decidido sempre pelo gosto de um dos dois -e o outro que se habitue. Só num ponto não há acordo: quem não gosta de alho não vai tolerar, jamais, que o outro chegue em casa com a prova do crime cometido no almoço; este é um tema sem nenhuma esperança de solução.
E os amigos? A mulher costuma implicar com os dele, e ele com os dela, o que é um dos grandes problemas do casamento. Mas como estão os dois apaixonados e dispostos a qualquer coisa para que dê certo, cada um cede -olha aí a palavra de novo- um pouco; um dia saem com os dela, no outro com os dele, o que significa que sempre um vai estar com um certo mau humor quando chegar em casa -mas tudo pelo amor. Ah, mas por que não se pode fazer apenas o que se quer? Poder até pode, mas para isso é preciso abrir mão de um marido, namorado ou caso -o que tem sido, aliás, a escolha de muita gente, nos últimos tempos. Mas será esta a solução? Às vezes é ótima; não ter que dividir o controle remoto da televisão com ninguém -convenhamos- é uma grande felicidade. Mas como seria bom também ter com quem ir ao cinema e depois sair comentando, trocando uma idéia, parar num bar e tomar um chope, comer uma pizza e sentir que faz parte da humanidade, digamos, normal. Porque, com todas as vantagens, quem escolheu ficar só se sente muitas vezes um estranho no ninho, seja entrando numa festa, seja saindo, seja sentado sozinho no restaurante observando os casais das outras mesas, juntos -mesmo que, grande parte das vezes, se você reparar bem, eles estão mais sós que você. São muitas as vantagens de uma solteirice assumida; mas às vezes, numa tarde de sábado, batem uns sentimentos que contrariam essa escolha tão duramente feita. E nessas horas você pensa: ah, como seria bom estar com alguém, mas de verdade mesmo. Como seria bom. Aí você passa em revista os amigos, todos os homens por quem poderia eventualmente ter algum interesse, e se pergunta: será que eu gostaria de estar com algum deles aqui comigo, agora? E se a resposta for um não convicto, talvez seja a hora de reconhecer que algumas pessoas nasceram para serem sós, e que você -feliz ou infelizmente- é uma delas. Ou, pensando melhor: será que não somos, todos nós, uma grande multidão de solitários?
Danuza Leão.

domingo, 6 de julho de 2008

she can be anyone at all.

"At night she spreads her wings.
She dreams of bigger things.
She floats above the town.
She sings without a sound.
She can be anywhere at all.
She can be anyone at all.
A glow and then a shine.
What she hoped she would find.
Tonight, tonight.
She's got a picture in her mind.
She can be anyone at all.
At night she changed her mind.
She left the world behind."
Semisonic ~ She spreads her wings

bora então para a semana com mais coisa para fazer do semestre. tomara que passe logo. existe a necessidade. o bom é que aí já acaba. melhor coisa é pensar nisso. bora então!

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terça-feira, 1 de julho de 2008

girafas são vida.

eu amo girafas, gente. não são as coisas mais lindas do mundo? x)